A Padroeira foi ambientada no século XVIII, no Brasil Colônia, em meio à febre do Ouro e contava a história de Cecília de Sá e Valentim, interpretados por Deborah Secco e Luigi Baricelli.

Cecília chegou ao Brasil na comitiva do Conde de Assumar, que foi atacada por um grupo de salteadores liderado por Molina (Luís Melo), que sequestra a jovem encantado por sua beleza. Cecília é salva por Valentim, e daí surge um amor que vai mudar a vida dos dois para sempre.

Para viver esse romance, o casal tem muito o que enfrentar. Cecília precisa encarar sua família que já havia prometido a sua mão ao fidalgo Don Fernão de Avelar (Maurício Mattar) e Valentim precisa provar a inocência de seu pai, que foi morto considerado um traidor ao se recusar a entregar o mapa das minas de ouro à Coroa.

Murilo deu vida ao fidalgo Diogo Soares Cabral, amigo de Valentim e que também tinha sua própria luta para viver um amor impossível, nesse caso com Izabel de Avelar (interpretada por Mariana Ximenes).

Criada pela beata Imaculada (Elizabeth Savala), Izabel é torturada por sua mãe com castigos para expulsar o desejo que sente por Diogo. Juntos, Diogo e Izabel precisam lutar contra a vontade de Imaculada em enviar a filha a um convento.

“Acho que ele [Diogo] é o homem que eu gostaria de ser. Eu acredito no amor. ”

Murilo Rosa para a revista Alô Garota, em 2001.